Como utilizar os jogos de empresa em treinamentos vivenciais?

by Recanto da Paz on Fevereiro 15, 2018

Jogos Corporativos - Recanto da Paz.jpg

Os gestores de RH e coachings constantemente necessitam criar e aplicar estratégias para alinhar as equipes, visando despertar o potencial individual e grupal, bem como identificar os comportamentos que não trazem resultados e precisam de mudanças.

 

Sabemos da relevância de uma empresa propiciar treinamentos motivacionais, principalmente, que auxilie o time a não estagnar na zona de conforto, porque os seres humanos têm uma tendência para se adaptar às situações com facilidade. Nossas equipes precisam sempre ser desafiados para dar o seu melhor,  entendemos que manter uma equipe com os olhos direcionados para o mesmo foco é  desafiador e precisa ser constante.

 

Treinamentos vivenciais são vistos como verdadeiro sucesso pelos gestores, pois o “feedback” e retorno das intenções com aquelas experiências são muito positivos. Nesse domínio, o que acontece são vivências experienciadas em um local exterior à empresa, onde todos estão focados sem a possibilidade de interrupções.

Uma prática adotada em treinamentos vivenciais são os jogos de empresa, você já conhece essa modalidade? Existem variedades de jogos e as vantagens são inúmeras, confira:

 

  • materializar conceitos que estão no plano das ideias;
  • vivências focadas e mais rápidas;
  • comprometimento do time demonstrando resultados pontuais;
  • análise do potencial individual e seus entraves;
  • ressignificação da necessidade de mudanças nas atitudes e comportamentos;
  • desperta uma integração entre facilitador e o grupo;
  • desenvolve o potencial criativo;
  • descoberta de novas habilidades que estavam camufladas;
  • promove o desenvolvimento de novas habilidades interpessoais;
  • desperta a sinergia vivenciada em um grupo e o interesse em fazer parte das partes do processo.

 

Os jogos de empresa têm todo um objetivo e precisam obedecer a uma sequência, para terem verdadeiros resultados. Podem ser individuais ou coletivos.

 

  1. Primeira Parte:

No primeiro estágio é preciso que o grupo tenha o objetivo de fazer algo ou construir alguma coisa, podendo ser um produto, resolver um desafio específico, negociar, criar estratégias ou elaborar um planejamento.

 

  1. Segunda Parte:

Quando finalizar a etapa da vivência, é hora de demonstrar os sentimentos e o que se aprendeu e vivenciou com aquele processo.

Isso pode ser feito de diversas maneiras: oralmente, por escrito, coleta dos dados e expor em painéis, discussão livre, etc.

 

  1. Terceira Parte:

O grupo realiza uma análise em relação aos processos envolvidos, sejam de liderança, organizacional, execução, comunicação, administração de conflitos, etc …

Após identificar e mapear as percepções, é preciso que o condutor da dinâmica faça a ponte entre a experiência e desafios presentes na empresa.

 

  1. Quarta Parte:

Estimular uma reflexão sobre como é a comunicação e liderança na empresa, fazendo com que os participantes tomem suas próprias conclusões. Ou seja, é um estímulo que faz com que eles sintam e expressem suas próprias opiniões em relação às dificuldades em trabalhar em grupo: o que pode ser melhorado?

Nesse momento de sensibilização e reflexão, surge a oportunidade ideal de introduzir temas para o grupo.

 

Existem locais que são especializados e mais indicados para desenvolver esses treinamentos vivenciais. Uma ótima ideia é escolher e realizar num ambiente em que possa mesclar a experiência de auto conhecimento ao lazer e integração da equipe, possibilidade ofertada por hotéis que atuam nessa área.


Como você organiza os eventos corporativos da sua empresa? Já pensou em auxiliar a sua equipe por meio de jogos de empresa? Certamente seria uma experiência inesquecível.

 
Recanto da Paz - Eventos de Imersão

Topics: Eventos corporativos

folhas 1.png